Não me digas nada dele que eu não queira saber. Que pense mal quem quiser, mas não eu, que nada saberei. Não me peças para acrescentar defeitos contados aos que sempre lhe conheci.
As fraquezas de quem gostamos têm medida ínfima e vaga, esfoladela pontilhada num joelho de criança. Esse é o seu justo e rigoroso limite.
Não quero saber o que fez. Se fez, fê-lo certamente por bem. Se foi por maldade, não lhe serei imune. É um risco? Ah, bem sei.
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